Cinco Votos para Obter Poder Espiritual.

Primeiro - Trate Seriamente com o Pecado. Segundo - Não Seja Dono de Coisa Alguma. Terceiro - Nunca se Defenda. Quarto - Nunca Passe Adiante Algo que Prejudique Alguém. Quinto - Nunca Aceite Qualquer Glória. A.W. Tozer

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

HERNANDES DIAS LOPES - DANIEL O PROFETA



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Fonte: Canal do YouTube Igreja Internacional Seara de Fogo



Tudo pela graça de Deus (Romanos 3:25-31) - Augustus Nicodemus

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Fonte: Canal do YouTube Roberto de Carvalho Forte 


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

PARA ALÉM DO “INTEGRAL”, O ETERNO

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 “Perambulamos distantes de Deus. Se desejamos retornar à casa de nosso Pai, este mundo deve ser usado, não desfrutado, para que, assim, as coisas invisíveis de Deus sejam vistas claramente, sendo entendidas pelas coisas que são criadas – isto é, por meio do que é material e temporário possamos apreender o que é espiritual e eterno” – Agostinho de Hipona.
Se essa declaração de Agostinho lhe causou mal estar, talvez você tenha um problema. Talvez 0 mesmo que eu tive.
Por muito tempo fui um dualista, buscando as “coisas espirituais” e ignorando a história e a matéria. Educado em uma igreja batista “renovada” e dispensacionalista, tive uma experiência real com Jesus Cristo, e experimentei a graça como uma explosão de amor, na minha adolescência. E com ela veio um terrível mal estar em relação à cultura. Como muitos que percebem essa antítese entre o Reino de Deus e o espírito desse mundo, eu só esperava Jesus voltar.
Então, há uns dezoito anos, passei por uma revolução teológica, entendendo que o evangelho é integral, e inclui a matéria e a história. Foi uma libertação entender que parte da minha angústia em relação ao “mundo” vinha do próprio isolamento cultural em que vivíamos, da falta de categorias para absorver o contraste entre a espiritualidade cristã que eu conhecia e a opacidade de sentido e de moralidade na qual viviam meus incrédulos colegas de sala-de-aula. Desse momento em diante não podia evitar a estranheza ao olhar para antigos “professores” como Keneth Hagin e modelos melhores mas ainda fora-do-eixo, como Watchman Nee (sim, atravessei muitos vales e montanhas antes de me tornar reformado).
Equilibrar-se, no entanto, não é coisa fácil. Na ânsia de combater o “platonismo”  esqueci-me da assimetria entre o Eterno e o temporal, que é parte integrante do cristianismo clássico. Lembro-me de ver os “crentes” típicos, alienados, aguardando Jesus voltar, quase como se fossem fiéis de outra religião. Não estava completamente errado; o gnosticismo é outra religião mesmo. Todo “cristianismo” que recusa a bondade da criação e deseja fazer a assepsia da finitude é gnóstico, tenha ele forma piedosa do asceticismo extremo no romanismo, na igreja oriental ou no puritanismo evangélico, tenha ele a forma iconoclasta da recusa revolucionária das formas concretas e imperfeitas da vida social, como encontramos na tradição política da esquerda. A essa altura, eu subscrevia completamente declarações como a que se segue:
“Não se justifica a concepção da vida plena em termos exclusivamente espirituais. A teologia segundo a qual a vida que Cristo oferece é uma vida ultramundana para além da história, é aparentada ao pensamento grego com sua ênfase na dicotomia entre eternidade e o tempo, a alma e o corpo, o espiritual e o material. Necessita ser corrigida pela visão bíblica, para a qual a esperança escatológica inclui uma nova criação” – René Padilla (Deus e Mamon).
O grande teólogo latinoamericano está certo: o platonismo corrompeu a relação da igreja cristã com a matéria e a história. E Agostinho era… um platonista. Ou, ao menos, alguém muito influenciado pelo platonismo. Mas isso não é a história toda:
“pois não fixamos o olhar nas coisas visíveis, mas naquelas que não se veem; pois as visíveis são temporárias, ao passo que as que não se veem são eternas.” – Paulo Apóstolo (em 2Coríntios 5)
Lembro-me de sentir desconforto lendo esse e vários outros trechos do apóstolo, e como professor de Novo Testamento em uma Faculdade Teológica, tinha certeza de haveria uma explicação “não platônica” para eles. Mas não era  fácil; descobri, que esse e outros trechos paulinos como 1Coríntios 7.29-35 são estudadamente ignorados pelos articuladores de teologias de engajamento histórico e transformação, e a certa altura a pergunta que lutava para emergir não pôde mais ser reprimida: Agostinho era meramente platônico ou não seria simplesmente bíblico? O que estaria por trás do meu incômodo em reconhecer que o pensamento bíblico tanto sustenta a dualidade de eterno e temporal, quando sustenta uma assimetria de valor entre o eterno e o temporal?

De repente toda a questão mais específica da relação entre evangelização e responsabilidade social, e da alegada inexistência de uma prioridade entre evangelização e transformação histórica na missão abriu-se de novo como uma ferida mal-curada. Em 2003 eu estava no CBE2 no SESC em Belo Horizonte quando ouvi o Dr. Russell Shedd defender a prioridade da evangelização e ser logo depois refutado por um teólogo da Missão Integral, para quem essa distinção nem existiria. Saí de lá irremediavelmente incrédulo.
Não da integralidade da missão, que abraço com todo o coração e alma, mas da inexistência de uma dualidade. Mais do que isso até, da inexistência de uma dualidade e de uma assimetria. Exilado de meus recentes confortos teológicos e missiológicos vi-me de novo sozinho num deserto de incertezas, com poucas gotas de satisfação teológica aqui e ali. Lá para 2005 comecei a lançar perguntas sobre os limites da assim-chamada “teologia da missão integral”, que ainda considero cruciais, mas o centro do problema continuava escapando das minhas mãos. Aos poucos eu entendia que a questão era muito maior do que um problema com o discurso de missão integral, tendo relações com a totalidade do discurso moderno de progresso e com a perda de uma teleologia Cristã na cultura ocidental. Ainda se passariam alguns anos antes que eu agarrasse a questão pelo pescoço.
Mas finalmente aconteceu, há uns poucos anos. Alguns dariam sorrisos com o canto da boca ao ouvir-me descobrindo o que sempre lhes foi óbvio, mas não me importa. Redescobrir a assimetria foi como reencontrar um velho amigo. Reconciliei-me com o adolescente que lutava contra o mundo com medo, sim, mas que estava apaixonado pelos céus, e não sabia bem o que fazer com isso. Foi uma alegria dizer a ele que não precisava ter medo da história e da matéria, pois elas mesmas eram suas janelas. “Abra-as bastante, olhe através delas!” E abraçado ao adulto, o adolescente viu os céus.

E o jovem engajado com a história, convicto de que o cristianismo é material, nem ele ficou de lado. Entendi que vale a pena ter um corpo, uma profissão, uma militância, um pertencimento, mas não por que eles nos definam, hoje. Todas essas coisas terminarão no túmulo: trabalho, luta política, justiça social, ciência, arte, sexo, família, igrejas… Mas isso não tem problema. Um dia todos os nossos túmulos ficarão vazios.
Mas esses corpos nunca voltarão como eram, nada continuará como é; há uma brutal descontinuidade entre o corpo dessa morte e o corpo celestial. Há descontinuidade e assimetria, pois a ressurreição não é repristinação, mas ascensão. O corpo celestial não é a mera legitimação do corpo terreno, mas a transparência da matéria e da história para o eterno. E, no fim, é este o seu valor: que contenha o infinito.
Isso faz diferença? Faz, muita. Muda suas prioridades, sua sensibilidade, suas urgências. Muda sua avaliação do que significa ser relevante. Muda sua devoção, e já aviso: é um veneno mortal contra toda ansiedade pragmatista, de “mudar o mundo”, cuja raiz não seja a pura compaixão pelo outro. Quanto aos sonhos revolucionários e as paixões da revolta juvenil, esses terminarão reduzidos a pó. E para seu desespero, você se pegará sonhando acordado com um avivamento espiritual mais vezes do que com coisas decentes e respeitáveis, como uma sociedade sem injustiça – que é o que qualquer pessoa normal faz.
Hoje percebo claramente que em ambas as etapas do meu progresso espiritual aprendi coisas importantes, mas vivi graves incompletudes. Paulo, Agostinho, Boaventura, Tomás de Aquino, Benardo de Claraval, Calvino, Jonathan Edwards e tantos outros, não eram neandertais teológicos que não haviam compreendido o que é um cristianismo maduro e historicamente responsável – que nós, modernos, compreendemos. Não, meus amigos, esses homens sabiam das coisas. A igreja de Jesus sempre soube das coisas, muito antes de Kuyper ou René Padilla.
Não nos ensinou o Senhor que “todas as coisas” é o que recebemos quando buscamos “primeiro o Reino”? Como, então, poderíamos confundir o “reino” com “todas as coisas?” Ser integral, é amar e reconhecer todas as coisas. O Reino de Deus é integral, sim; mas isso não é o mais importante. A coisa mais importante sobre o Reino de Deus não é que ele seja integral, mas que ele é divino. E essa divindade é o que torna sua integralidade tão bela.
E essa é a forma clássica da doutrina Cristã: perder o finito para ganhar o infinito, sem nunca desprezar o finito; e em virtude do infinito retomar o finito, para sempre. A fé encontrará na matéria e na história, e viverá por meio da matéria e da história, e transparecerá por meio da matéria e da história, aquilo que vai além delas, além da  “integralidade”: o Eterno.
Autor: Guilherme de Carvalho 
Fonte: Site do autor 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Deus odeia a imoralidade sexual

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Aqueles que amam também devem odiar. Aqueles que amam o que é bom, o que é benéfico, o que é honroso, devem odiar o que é mau, o que é prejudicial, o que é lamentável. Nós somos definidos tanto pelas coisas que amamos, quanto pelas coisas que detestamos. E o que é verdade para nós também é para Deus (ou melhor dizendo, o que em primeiro lugar é verdadeiro para Deus também é para nós). Para que Deus ame, Ele também deve odiar.
A Bíblia nos fala de muitas coisas que Deus odeia. Às vezes, ela diz diretamente “Deus odeia isso”; outras, descreve tais coisas com palavras como “abominável” ou “detestável”. Quando colocamos tudo isso junto, encontramos cerca de oito grandes categorias de coisas que Deus odeia. Já vimos que Deus odeia idolatria. Hoje eu quero mostrar que Deus também odeia a imoralidade sexual.

Deus odeia a imoralidade sexual

Os seres humanos são seres sexuais. Nós somos muito mais do que isso, é claro, mas não somos menos. Nossa sexualidade é uma parte de quem somos, um bom presente de Deus para unir marido e mulher e expandir a raça humana. Como tudo o mais que temos, a nossa sexualidade é um dom que nos foi dado em confiança. Devemos nutri-lo fielmente, usando-o nos caminhos comandados por Deus, recusando seu uso de formas que Ele proíba. Deus estipula que o sexo deve existir somente no casamento de um homem com uma mulher e ainda estipula de que ele deve, de fato, acontecer no casamento (1 Coríntios 7: 1-5). Assim como é pecaminoso ter relações sexuais fora do casamento, é pecaminoso não ter relações sexuais dentro do casamento.
Deus ama quando os seres humanos usam o dom da sexualidade nos caminhos que Ele ordena, mas, em seguida, necessariamente odeia quando eles o abusam de outras maneiras. Especificamente, ele odeia os atos de homossexualidade e bestialidade (Levítico 18: 22-23), assim como o transvestimento (Deuteronômio 22:5). Ele odeia ofertas provenientes de prostituição ou, neste caso, a prostituição no contexto ritualístico (Deuteronômio 23:18). Podemos aplicar isso a um contexto moderno, observando que o dinheiro gasto ou ganho ilicitamente desonra a Deus, mesmo quando dado a uma causa nobre.
Deus também odeia o divórcio, a separação dos laços do casamento (Malaquias 2: 14-16). Malaquias 2 é uma passagem complicada cuja tradução é contestada, mas podemos estar confiantes disso: o que pode estar opaco no Antigo Testamento, em que o divórcio era permitido, está absolutamente claro no Novo Testamento, em que o divórcio é proibido, exceto no caso de adultério (ver Marcos 10: 1-12). Deus, sobretudo, odeia o divórcio quando o objeto é a exploração de outra pessoa, como em Deuteronômio 24:4, onde parece que a ênfase é em um marido que se casa para receber o dote de sua esposa, se divorciando, e depois se casando com ela uma segunda vez para receber um segundo dote.
Para resumir: Deus odeia o pecado sexual, Ele odeia qualquer contaminação do dom da sexualidade, e Ele odeia qualquer desonra do casamento, o único contexto certo para a sexualidade.

Por que Deus odeia a imoralidade sexual?

Por que Deus odeia a imoralidade sexual? Porque de alguma forma o pecado sexual é mais grave do que outras formas de rebelião. Em 1 Coríntios 6:18, lemos essas palavras surpreendentes: “Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer é fora do corpo; mas aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo.” Os estudiosos da Bíblia debatem o significado das palavras, mas isso é muito claro: o pecado sexual debocha da união física e espiritual presente no relacionamento sexual. Como a Reformation Study Bible aponta, “no ensino de Paulo, a união física envolvida na imoralidade sexual tem consequências especiais porque interfere na nossa identidade cristã como pessoas que foram unidas a Cristo através do Espírito Santo.” Aqueles que estão unidos a Cristo não podem estar unidos a uma prostituta ou qualquer outra pessoa com a qual não estejam casados.
O pecado sexual degrada e abusa do corpo que Deus utiliza como seu templo. “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” (1 Coríntios 6:19-20). É importante ressaltar a linguagem similar que Paulo usa para descrever a idolatria e a imoralidade sexual. Ambos são sinais de profunda rebelião contra Deus.

Julgamento de Deus sobre os devassos

Deus é perfeitamente claro em seu julgamento sobre a imoralidade sexual. Grande parte do primeiro capítulo de Romanos 1 é dedicado a provar que o julgamento de Deus cai sobre aqueles que cometem o pecado sexual e que, ao longo do tempo, caem mais e mais nesse erro. “Conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.” (Romanos 1:32). Na verdade, Paulo chega a afirmar que o aumento do pecado sexual é a própria forma de julgamento através da qual Deus deixa as pessoas mais perdidas em seus pecados. 1 Coríntios 6:9 insiste que nem os devassos, nem os homossexuais verão o céu, o que se repete em Gálatas 5:19-21, Efésios 5:5 e Apocalipse 22:15. O autor da carta aos Hebreus demanda, “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros.” (Hebreus 13:4). Aqueles que cometem imoralidade sexual enfrentarão o julgamento justo e eterno de Deus.

Esperança para os imorais sexuais

No entanto, há esperança, mesmo para os devassos. Em sua primeira carta a Timóteo, Paulo discute o propósito da lei de Deus e diz que a lei foi dada para “impuros, sodomitas, raptores de homens” (1:10). Deus provê para todos os pecadores! A lei foi dada graciosamente para expor seus pecados, seus desejos pelo pecado, e sua incapacidade de parar de pecar. Mas, é claro, a lei não era suficiente, então Paulo muda imediatamente da completude da lei para a bondade do evangelho, para o que ele se refere como “o evangelho da glória do Deus bendito”. O evangelho insiste que nenhum de nós está além da redenção, nenhum de nós está além da salvação, se nos voltarmos para Cristo e seu perdão. “Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1:15). Não há pecador inalcançável à sua graça.
“Fugi da impureza”, diz Paulo (1 Coríntios 6:18). Devemos fugir desse pecado e, por meio do evangelho, nós podemos.

Versículos-chave sobre a imoralidade sexual

Se você gostaria de se envolver em algum estudo mais aprofundado, aqui estão os versículos-chave sobre o ódio de Deus à imoralidade sexual:
  • Deus planejou o casamento e a sexualidade em torno do sexo masculino e do sexo feminino (Gênesis 2: 24-25)
  • Deus odeia os atos homossexuais (Levítico 18:22)
  • Deus odeia atos sexuais entre humanos e animais (Levítico 18:23)
  • Deus odeia o uso de roupas do sexo oposto (Deuteronômio 22:5)
  • Deus odeia e não aceitará ofertas provenientes da prostituição (Deuteronômio 23:18)
  • Deus odeia a exploração através do divórcio (Deuteronômio 24:4)
  • Deus odeia o divórcio (Malaquias 2: 14-16)
  • Deus odeia a imoralidade sexual em todas as suas formas (Gálatas 5:19-21, Efésios 5:5, Apocalipse 22:15)
  • Deus criou o corpo para a pureza e não para a imoralidade (1 Coríntios 6:13)
  • Deus nos ordena a fugir da imoralidade sexual (1 Coríntios 6:18)
  • Deus oferece o perdão para os devassos (1 Coríntios 6:9-11)
  • Deus ordena a exclusividade da relação sexual dentro do casamento (Hebreus 13:4)

por Tim Challies

Traduzido por Kimberly Anastacio | Reforma21.org | Original aqui
Fonte: Reforma 21 



SETE COISAS A SE FAZER APÓS CONSUMIR PORNOGRAFIA

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Um grande número de conselhos cristãos sobre viciados em pornografia é inútil – ou seja, não contribui para o progresso real no arrependimento, cura, restauração e recuperação. A maioria deles não aborda as questões que subjazem o uso da pornografia. Muitas vezes, o conselho cristão ou baseia-se nas nuvens da teologia e referências bíblicas, ou são listas de “como fazer” superficiais, e acabam derrubados pelas areias da vida real – do fracasso e da luta pela esperança. Como o evangelho é relevante para o falhar e o tentar de novo? E falhar e tentar de novo? E falhar e tentar de novo?

Nós muitas vezes deixamos que ideais inatingíveis ditem o que nos permitimos dizer – as questões que nos permitimos abordar com a congregação, com as lutas, com o espelho. Podemos falar sobre o que Cristo pode fazer (e o que podemos fazer) logo após o consumo pornográfico? Ou olhamos para o tempo e esperamos pelo melhor? "Por que pensar em como Deus o encontra em meio ao fracasso? Você não deveria nem estar em uma situação de ‘após consumir pornografia’.” Mas frequentemente muitos ali se encontram e isso é ponderado porque Deus pode e age no momento do arrependimento.

É muitas vezes naquele momento após a porta fechada, a escuridão, a luz da tela, o ato escondido – após ceder à pornografia – que Satanás lança sua teia mais eloquente: padrões ameaçadores de pensamento; barganhas com um Deus desaprovador e distante; torcendo-nos em nós mesmos em ódio próprio. É no momento após render-se à pornografia que Satanás faz seu melhor trabalho. É neste momento que precisamos de Deus para fazer a sua melhor salvação. Aqui estão algumas maneiras específicas de buscar graça no momento após o ato sombrio do consumo pornográfico:

1.      Conheça seu Inimigo

Assim que você cede, mergulha em ódio próprio, ou em autoevasão. Satanás está satisfeito de qualquer maneira. Ambos os caminhos acreditam em suas acusações (Mateus 16:23, 2 Coríntios 7:10). Reconheça que você tem um poderoso agente pessoal que é singularmente focado em sua destruição (Jó 1:7, Efésios 2:2, Judas 1:19). Cada experiência que você tem – seus pensamentos, seus ódios, seus impulsos, suas emoções, seus planos, suas idéias – deve levar em conta que Satanás está agindo. Quanto mais cedo você esquecer isso, mais fácil será acreditar em mentiras ocultas, subversivas, sutis e destrutivas. Quando Jesus diz aos fariseus que o pai deles é o diabo – o grande mentiroso –, é claro que não é surpresa o fato de não saberem disso. Satanás quer que eles se esqueçam de que ele é seu pai, porque o mal ganha poder quando é esquecido (João 8:44). Não se esqueça: Depois que ceder à tentação, você ainda está no meio da batalha com alguém tenaz e mal intencionado em roubar sua vida, e ele ainda não conseguiu.

2.      Lute contra o ódio próprio

Não há dúvida: a pornografia é a manipulação torcida da inocência para o desejo cru de apetite erótico. Ter uma consciência pesada é algo bom. Mas quando Judas percebeu que "pequei traindo sangue inocente", não é de surpreender que "partiu, e foi enforcar-se" (Mateus 27:4-5). É um sentimento comum: querer punir-nos por trair os inocentes. Ao torcer a inocência, nós nos torcemos. Não é surpresa que as taxas de suicídio sejam altas entre usuários de pornografia. "Eu não sou tão bom quanto os pregadores cristãos e os blogueiros querem que eu seja." Entortar a dignidade humana, no final, só distorce cada vez mais aquele que a consome – deformando psicologicamente ao ódio próprio; contorcendo-se em auto-nojo. Abominamo-nos, criticamo-nos, desprezamo-nos e detestamo-nos. Chafurdar em autodepreciação e sentir-se obrigado a pagar penitência a Deus pelo pecado é uma tortura triste e insuportável. É falsa, e é uma opressão perversa. Mas a graça tem uma palavra sobre isso.

Não é de admirar que Davi use essas metáforas profundamente físicas quando implora a Deus pela graça sobre o pecado sexual: "apaga minhas transgressões", "lava-me", "purifica-me", "em pecado, minha mãe me concebe", " expia-me "," lava-me" (novamente), "apaga as minhas iniquidades", "cria em mim um coração limpo" (Salmo 51: 1, 2, 5, 7, 9, 10). É uma súplica simples, clamando: "Está em mim. TIRA DE MIM!" “Para-me.” "Eu odeio isso." "Eu me odeio." "Limpa-me." Deus nos dá uma liturgia de tristeza e esperança estendida no mesmo clamor. Lute, com David. Grite isso, com David. Substitua o gemido do ódio humano por um grito de guerra ininterrupto de amor divino.

Se você é tentado a chafurdar, não deixe seu (bom) ódio intuitivo do pecado levar você a se odiar. Seja paciente consigo mesmo, porque Deus é paciente. Ele está lutando pela sua vida (Gênesis 32:24,  João 10:10). Ele não se esqueceu de você. Ele não te deixou. Continue lutando com ele. Continue suspirando pelo ar da vida divina – o Espírito que dá vida (1 Coríntios 15:45).

3.      Lute contra a névoa

Logo após o consumo de pornografia, uma neblina aparece. Jesus sabe. "Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus" (Mateus 5:8). Pureza é uma festa sobre a virtude iluminada. O que é impureza? É a festa que se transforma em autoisolamento, evitando Deus e o homem e o eu, entorpecido, atordoado, morto, dessensibilizado. A impureza sexual induz a uma catarata espiritual. Novamente, o sentimento é comum – o histórico do navegador foi apagado, passa-se o resto do dia, pulando de tarefa para tarefa, de pessoa para pessoa – sem sentido, sem pessoas, sem paixão. Esta experiência está implantada no íntimo do consumo pornográfico.

Normalmente não há nada a ser feito, se somos honestos, exceto entrarmos na onda – a confusão, o atordoamento. Continue orando (Efésios 6:18). Mantenha-se buscando por ar puro. Fique acordado. Continue respirando. As misericórdias matutinas podem ser o botão de restauração emocional de que precisamos quando passamos nosso escape emocional diário na pornografia (Lamentações 3:22-24). O lamentador está suspirando desesperadamente. Ele ora pelo que não pode fazer. "O Senhor é a minha porção... Por isso espero nele." (Lamentações 3:24). Sério? Você vai esperar nele? A oração é um ato de esperança. A oração do lamentador é a porção da obra do Senhor. Continue dando um passo adiante. Continue respirando. Sem a repetição do ato de ceder, a névoa eventualmente desaparecerá.

4.      Guarde os outros

A pornografia é uma sessão de treinamento na habilidade de usar os outros para o prazer pessoal. Basta estar ciente de que agora você está inclinado a usar as pessoas que lhe são próximas da mesma forma que você usa aquelas na pornografia – com motivo egoísta, com atitude negligente, sem arrependimento. A pornografia coloca vendas sobre os olhos de nosso relacionamento – isso impede profundamente nossa capacidade de amar os outros em verdade. Assim, a melhor atitude é caminhar como se tivéssemos viseiras reais sobre nossos olhos: Caminhe lentamente, e assuma que estamos atualmente muito vulneráveis ​​e propensos a tratar aqueles que nos rodeiam como sub-humanos. Depois de ceder, é vital ter em mente que aqueles que não estão no vídeo merecem o respeito e a dignidade que acabamos de falhar em demonstrar àqueles que estão.

A pornografia conforma seus usuários em um drama, um personagem, uma história com um roteiro e falas e ações: alguém para dar prazer, alguém para receber prazer; uma pessoa fazendo sacrifícios, outra recebendo sacrifícios; um sub-humano, um deus. É preciso autocontrole para lembrar que a pornografia é uma história falsa – e, para combater a falsa história que a pornografia nos conta, devemos pensar ativamente menos em nós mesmos e mais nos outros: lembrar a dignidade humana, o amor de Cristo para com aqueles que nos rodeiam, nossa não-deidade. O Espírito trabalha em nós para evitar que a carne nos regule (Gálatas 5:17) – o Guardião protege os outros das consequências do pensar que somos Deus.

5.      Confesse a um amigo

Confesse o pecado a um amigo que não o desculpará, mas igualmente importante, que não o esmagará. Às vezes, ao procurar ajuda para levantar-se depois de sucumbir à pornografia (Provérbios 24:16), outros só empurram de volta para baixo. Encontre o amigo que traz esperança que cura quando eles ouvirem sua confissão. O propósito da confissão é "ser curado" e "orar uns pelos outros" (Tiago 5:16). Naturalmente, o valor da "oração de um justo" é que ela "é poderosa e eficaz" (Tiago 5:16). Poderosa para fazer o quê? Para "nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9). A confissão a um amigo (mais apropriadamente, um amigo do mesmo sexo) não é uma barreira entre o pecador e Cristo, mas um meio de consertar o que foi quebrado. O pecador sábio confessa àqueles que não querem "oprimir os necessitados no tribunal" (Provérbios 22:22) nem "chamar ao mal bem e ao bem, mal" (Isaías 5:20). Considere assistir a uma reunião regular da Sociedade Samson [uma associação americana de homens cristãos comprometidos em se ajudarem a caminhar em santidade] ou algo do tipo em sua região.

6.      Use sua clareza para o bem

Sim, pode haver uma névoa após a indulgência. Mas também pode haver uma inundação de clareza – a retrospectiva do arrependimento. Quando Judas viu que Jesus foi condenado, mudou de idéia (Mateus 27:3). A clareza de Judas levou-o pelo caminho errado. Mas você pode usar sua clareza para voltar ao caminho certo. Da mesma forma, Paulo escreve sobre a rebelião de Israel, "Ora, estas coisas aconteceram como exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más como eles fizeram" (1 Coríntios 10:6). Às vezes, desejamos o mal assim mesmo. E nesse caso, nós servimos como um exemplo para nós mesmos.

Como Piper poderia dizer, "Não desperdice seu arrependimento." Use-o para a glória de Deus e sua alegria. Estabeleça limites. Use a clareza que certamente desaparecerá antes do próximo momento de tentação para construir estruturas que irão impedir isso novamente. Revise tudo quanto puder a respeito de métodos idiotas e ineficazes, e das medidas preventivas realmente sustentáveis ​​– a verdade básica é a seguinte: Se você não tem nenhuma estrutura formal criada para impedir que você consuma pornografia no futuro, ela vai absolutamente, com 100% de certeza, acontecer novamente. Se você não tem estruturas, se não tem embasamento para ser exigente – escolha algum métodos. Aqui estão algumas ideias:

Use os aplicativos “Covenant Eyes” ou “X3Watch” para todos os seus dispositivos.

Não deixe que um único navegador desprotegido permaneça em seu iPhone.

Exclua aplicativos no navegador que permitam o acesso a sites bloqueados por esses aplicativos.

Peça a um amigo para bloquear a função de download de aplicativos no seu telefone para que seu navegador nativo não seja uma opção, e você não possa fazer o download do Google Chrome (o aplicativo Covenant Eyes/X3 funcionará como navegador).

Exclua as fotos salvas.

Informe um amigo sobre as formas e códigos para burlar essa técnicas que você tem escrito e guardado em seu bolso. Se você não planeja nada, está planejando falhar. Em nenhum lugar isso é mais verdadeiro do que na luta prática contra a indulgência da pornografia.

7. Conheça o seu Deus

Lembre-se disso: Deus te ama tanto, tanto. Ele tem seu coração cortado por nós (Gênesis 6:6), e ouve nossos corações quebrantados, e poderosamente nos livras das tribulações (Salmo 34:17-19). A neblina pode nos bloquear de Deus: "O insensato não entende, o tolo não vê" (Salmo 92:6). Mas mesmo quando não podemos vê-lo, mesmo quando falhamos em obedecê-lo, oremos: Deus, frustra nossos planos de desobedecer (Neemias 4:15), e "nenhum dos teus planos pode ser frustrado" (Jó 42:2). Mais do que qualquer coisa: "Deus, ajuda-nos a lançar todas as nossas angústias sobre ti, porque o Senhor tem cuidado de nós" (1 Pedro 5:6-7).

Ele não abandona o pecador. Ele não se afasta daquele que cede à tentação. Espere no seu amor. "Construa-se... no Espírito Santo": "mantenham-se no amor de Deus, enquanto esperam que a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo os leve para a vida eterna" (Judas 1:20-21). Conheça a diferença entre a máscara que Satanás usaria para se passar por Deus e enganá-lo: desgostoso, distante, indisponível, desinteressado, e lembre-se do rosto do seu verdadeiro Deus: amoroso, paciente, trabalhador, constante, implacável, inabalável ao lidar com você. Ele não vai deixar você.



Autor: Paul Maxwell
Tradutor: Moacir Campos

Fonte: Perguntar Não Ofende 


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Você oferece o seu máximo a Deus ? Pr Hernandes Dias Lopes


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Fonte: Canal YouTube Igreja de Pinheiros TV


Lutero Sobre Amor Divino, Amor Humano e Filhote

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por Aaron Denlinger

Tendemos, talvez, a pensar no amor divino como algo parecido com, embora muito maior que, o amor humano. Tendemos, em outras palavras, a assumir que os sentimentos de Deus a nosso respeito são muito maiores e mais fortes, mas fundamentalmente similares ao que sentimos por nossos amigos e familiares mais queridos. E, em parte, estamos corretos. Teólogos tipicamente identificam o amor como um dos atributos “comunicáveis” de Deus; os atributos comunicáveis de Deus são, por definição, aqueles que, em virtude de termos sido criados à imagem de Deus, reconhecemos em nós mesmos de uma forma inferior e diminuída (por exemplo, o poder, a sabedoria, a presença, a bondade, a justiça, a misericórdia, etc.)
Entretanto, temos que lembrar que mesmo quando falamos dos atributos comunicáveis de Deus, quando falamos do “amor” e outros traços que Deus e o homem têm em comum, estamos falando de similaridades em analogia. Em outras palavras, o amor humano e o amor divino devem ser parecidos um com o outro, mas eles não são idênticos no tipo (mesmo já sabendo que são diferentes na quantidade). O amor de Deus não é apenas maior que o nosso, mas é também fundamentalmente diferente do amor humano em aspectos significativos. Explorar pontos específicos da diferença entre amor humano e amor divino pode nos ajudar aumentando nossa apreciação pelo amor divino (e assim pelo Amante divino), talvez mais ainda do que mentalmente multiplicar o amor humano por um milhão, toda vez que ouvimos uma referência ao amor de Deus.
Lutero nos ajuda nessa questão, ao destacar pelo menos um ponto fundamental de diferença entre o amor de Deus e o amor humano em sua “Dissertação de Heidelberg” de 1518. “O amor de Deus”, ele escreve, “não encontra, mas cria, o que é aprazível a si. O amor do homem vem a existir por meio do que é aprazível a si.”
Lutero acredita que a segunda metade de sua tese é óbvia, por isso gasta pouco tempo defendendo-a. O amor humano, ele observa, é responsivo. Ele responde a algo atraente ou desejável no objeto ao qual ele se refere, quer esse objeto seja outra pessoa, um animal ou alguma entidade inanimada. Em outras palavras, nós amamos aquilo que é, pelo menos aos nossos sentidos, amável. Mesmo a afeição paternal se conforma a este princípio.
Em contraste, o amor de Deus (fora de si mesmo) não necessariamente responde a algo atraente ou desejável no objeto ao qual se refere. Em vez disso, ele cria algo atrativo e cativante no (ou a respeito do) objeto ao qual se refere. “Deus… ama pecadores, pessoas más, tolos e fracos, para fazê-los retos, bons, sábios e fortes. Em vez de procurar seu próprio bem, o amor de Deus flui de si e dá o bem. Portanto, pecadores são cativantes porque eles são amados; eles não são amados por serem cativantes.” Deus não ama o que é amável. Deus ama, e em amar, ele torna os objetos de sua afeição amáveis.
É pouco provável que possamos descobrir, na experiência humana, alguma boa analogia à forma como o amor de Deus cria, em vez de responder, aquilo que é agradável a Deus (assim como também é discutível a possibilidade de boas analogias [https://www.youtube.com/watch?v=KQLfgaUoQCw] para a trindade na experiência humana). Isso, na verdade, é exatamente o ponto da tese de Lutero – que o amor de Deus é diferente do nosso amor, nesse aspecto.
Ainda assim, eu não pude evitar de pensar, à medida que eu re-lia a “Dissertação de Heidelberg” de Lutero essa semana, que a afeição de minha filha de dois anos, Geneva, por um objeto em particular (chamado “Filhote”) em seu crescente zoológico de brinquedos e animais de pelúcia, sustenta pelo menos alguma afinidade com o amor de Deus descrito por Lutero. Geneva pôs suas afeições em Filhote, um presente de um amigo da família, em uma idade muito jovem, e ela nunca voltou atrás. Filhote a acompanha onde quer que ela vá, e ele tem em seu corpo as marcas do constante cuidado dela. Ele nunca foi um brinquedo particularmente cativante em qualquer momento de sua carreira, mas depois de dois anos recebendo uma devoção quase obsessiva, ele está literalmente por um fio.
Se ladrões entrassem em nossa casa hoje à noite, tenho certeza que Filhote seria a última coisa que eles roubariam. Também tenho certeza que, depois das pessoas e do cachorro (de verdade) vivendo sob nosso teto, Filhote seria o próximo item que eu e minha esposa tomaríamos o maior cuidado em proteger. Em mais de uma ocasião minha esposa e eu tememos que Filhote tivesse sido perdido. Ele sempre aparece de novo (geralmente em lugares que nenhum animal de pelúcia deveria frequentar), mas nós já gastamos algumas noites frenéticas pensando que ele havia finalmente sido perdido e procurando um Filhote online para substituí-lo, imaginando se conseguiríamos ou não enrolar a Geneva e fazê-la acreditar que algo (ou alguém) que não Filhote era, de fato, seu amado brinquedo. Em tais noites, minhas estratégias assumidamente absurdas para substituir Filhote e convencer Geneva a aceitar o substituto têm tipicamente envolvido planos no sentido de colocar o Filhote substituto na rua na frente de nossa casa e atropelá-lo repetidas vezes esperando que ele possa por milagre emergir de tal abuso como algo parecido com o cachorro esfarrapado branco e marrom carregado por ela aqui, ali e em todo lugar.
As afeições de Geneva por Filhote foram inicialmente disparadas por alguma virtude inerente que ela, pelo menos, percebeu nele. Quanto a isso, suas afeições responsivas por Filhote não são como o amor criativo de Deus por nós. Mas nós podemos, eu acho, ganhar alguns vislumbres do valor que o amor de Deus por nós nos concede, ao considerarmos o valor que Filhote passou a ter em nossa casa em virtude da afeição de Geneva por ele. O fato de que eu entregaria primeiro minha carteira, meu computador ou as chaves do meu carro pra alguém, em vez de entregar o Filhote de Geneva, de forma nenhuma reflete o valor monetário de Filhote comparado a estes outros objetos; isso reflete, na verdade, o valor que ele acumulou pela simples virtude de ser amado.
Então, da mesma forma, nosso valor não está na nossa dignidade intrínseca (mesmo como criaturas feitas à imagem de Deus), mas no fato de que Deus nos ama, e está trabalhando em criar em nós aquelas qualidades que ele considera mais desejáveis. Reconhecer que o amor de Deus cria algo desejável em nós, em vez de responder a algo que já existe em nós, é uma verdade libertadora e emocionante. 
Por mais que tenhamos que trabalhar para nos tornarmos amáveis (e para sustentar o amor que recebemos) em relação aos que nos são mais próximos, não precisamos trabalhar para sustentar o amor de Deus por nós ou o valor que o amor de Deus nos imputa — não mais do que Filhote tem que trabalhar (como se ele pudesse) para sustentar as afeições de minha filha ou o valor que as afeições dela imputam a Filhote em nossa casa.
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Traduzido por Daniel TC | Reforma21.org | Original aqui

Via: Reforma 21 

                                                   

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